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25/09/09

Opera perto da liderança na área de mobile

Segundo a INFO, o navegador para celulares Opera Mini chega aos 32 milhões de usuários e ameaça liderança do Safari.

Os noruegueses do Opera sempre usam superlativos para descrever os seus navegadores. Desde sempre, o Opera para desktop é chamado, pelos seus produtores, de “o browser mais rápido da web”. O Opena Mini, versão para celulares do software, por sua vez, ganhou o apelido de “o mobile browser mais popular”.

A segunda afirmação parece estar próxima de se tornar realidade. De acordo com números da consultoria StatCounter, o Mini é líder do segmento com 26% dos usuários de navegadores para celular.

O problema, é que a medição separa a participação de mercado do Safari em dois itens: iPhone e iPod Touch. Somando os dois aparelhos, que têm 21,8% e 9,7% do mercado, o Opera Mini perde a liderança para o navegador Safari, usado nos dois gadgets.

23/09/09

Chrome dentro do IE

O Google liberou um plug-in que permite a usuários do Internet Explorer executar funções complexas disponíveis no Chrome que algumas versões do IE eventualmente não suportam.

Chamado de Google Chrome Frame, o plug-in foi desenvolvido com o objetivo principal de tornar o Google Wave compatível com o browser mais popular do mundo, o IE da Microsoft. O Wave faz uso intensivo de HTML 5, características de layout e de CSS que não são plenamente suportados pelo IE.

22/09/09

Android chega ao Brasil

Quase que simultâneamente, HTC e Samsung anunciaram ontem seus primeiros smartphones baseados no sistema operacional Android, do Google, para o mercado brasileiro. O HTC Magic e o Samsung Galaxy i7500 deverão estar nas lojas em breve, inicialmente pela TIM e pouco depois em todas as outras operadoras.

Ambos os aparelhos são muito parecidos, com telas sensíveis ao toque de praticamente o mesmo tamanho (3.1 ou 3.2 polegadas), Wi-Fi, GPS e ausência de teclado numérico. Do ponto de vista do usuário o Magic leva vantagem, já que traz a aclamada interface gráfica Sense, desenvolvida pela própria HTC, que facilita o uso do aparelho, impressiona os amigos e ainda tem integração com redes sociais e serviços como Facebook e Flickr. O Galaxy usa a interface gráfica padrão do Android, mais simples.

Mas uma pergunta que não foi respondida foi o estado da loja de aplicativos, o App Market, no país. Ambas as fabricantes não comentam o assunto, dando a entender que é de responsabilidade das operadoras, que por sua vez também não se pronunciaram. Do jeito que está, os usuários terão acesso apenas aos aplicativos gratuitos, o que limita as escolhas num catálogo de software já reduzido. A aquisição de aplicativos pagos (como o Documents to Go, da Dataviz, para edição de documentos do Microsoft Office) dependeria de uma parceria com alguma operadora para o estabelecimento de um sistema de tarifação.

A HTC não informou o preço de seu aparelho, que chega às lojas na segunda semana de outubro. Já a Samsung promete o Galaxy para a próxima semana, com preço sugerido pela operadora de R$ 1.799 (sem subsídios). A HTC deu a entender que também poderá oferecer o Magic no varejo, destravado.

16/09/09

Beta da nova versão do Opera Mini é liberada para download

A desenvolvedora Opera liberou o primeiro beta da versão 5.0 do browser para celulares Opera Mini. Entre as principais novidades da versão está um recurso que permite sincronizar a versão portátil com o Opera para desktop, atualmente em sua décima versão. Anotações e bookmarks feitos no navegador do PC são copiados no celular e vice-versa.

A versão 5.0 do Mini estreia também navegação por abas, um recurso antes disponível apenas nas versões para desktops e notebooks. Os principais avanços da versão, no entanto, não são visíveis para o usuário. Segundo a Opera, o Mini 5.0 concentra melhorias na compressão de dados e num novo motor de processamento que exige menos memória do smartphone. Ambas medidas visam deixar mais rápida a navegação por dispositivos móveis.

04/09/09

Monitores LG trabalhando como thin client

O negócio é bem simples: primeiro você deve instalar a placa de rede, juntamente com um software que vem no pacote, para o PC fazer o papel de servidor. Depois é só conectar a máquina às telas da LG por uma interface de rede. O N1742L traz conectores para teclado, mouse e fone de ouvido, além de um alto-falante, com som bem fraquinho. Uma entrada D-Sub permite o uso do monitor no modo convencional.


É isso mesmo! Estamos falando de um monitor da LG que usa virtualização para trabalhar como thin client. Muito legal isso. Agora podemos falar, dependendo da situação, que um jeito eficaz de cortar despesas na empresa é trocar seus desktops por monitores.
Isso é uma tremenda economia, pois em vez de comprar seis computadores, você só precisa de um desktop com boa configuração e cinco monitores desse tipo, todos trabalhando em rede. A empresa também poupa na conta de luz, pois o equipamento da LG consome 30 watts de energia – aproximadamente metade do que gasta um PC corporativo com boa eficiência energética.

A principal desvantagem desse conjunto está no desempenho. Com muitos usuários trabalhando ao mesmo tempo, é claro que não dá para rodar aplicações pesadas em um desses monitores sem atrapalhar os outros. Mas o desempenho das estações depende unicamente do poder de fogo do desktop. Segundo a LG, dá para colocar duas placas num micro quad-core, o que permite ligar dez estações. Mas para aplicações leves como em alguns casos onde o cliente possui vários funcionários apenas acessando a internet e editando textos/planilhas... dá para trabalhar tranquilo.

Ótima iniciativa da LG.

02/09/09

A internet faz 40 anos - um pouco de história

Há exatos quarenta anos, não mais do que vinte pessoas se reuniram em um laboratório de Kleinrock, na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, a fim de assistir dois computadores passando dados volumosos por meio de um cabo cinzento de cinco metros. Para muitos, era o nascimento da internet: um teste da uma rede militar Arpanet, motivado pela Guerra Fria.

A consolidação de uma rede de computadores ocorreu poucas semanas depois, em 29 de outubro, quando pesquisadores fizeram o servidor da universidade transmitir dados para outro servidor localizado 630 quilômetros ao norte, no Instituto de Pesquisa de Stanford.

As múltiplas redes só começaram a surgir anos adiante, na década de 1970, com a chegada dos protocolos TCP/IP. Os e-mails vieram logo em seguida, antes da virada para 1980. Na década seguinte, apesar de já existirem os sufixos padronizados “.com” e “.org”, quase ninguém usava a ferramenta de comunicação e poucos sabiam o significado da palavra “internet”.

O cenário só começou a mudar em 1989, com a chegada do WWW (World Wide Web), uma plataforma interativa criada por Tim Berners-Lee a partir da junção do hipertexto com a prática dos protocolos TCP e DNS. Dali em diante, a internet se tornou algo popular, sendo, enfim, chamada pelo próprio nome.